17 de mai. de 2010

Os motivos da discórdia

O texto curto; a palavra muda.
A alma: infinita.

10 de mai. de 2010

Discurso

Eu não sei de nada
Eu nunca soube de nada
Ontem, eu era uma idiota

8 de mai. de 2010

Porfiria

Em tempos de seca, qualquer capim é flor.

7 de mai. de 2010

Quando nos tornamos estranhos um para o outro?

17 de abr. de 2010

Eu não sei em qual mentira acreditar:
na minha, na sua, ou na nossa.

1 de fev. de 2010

Unforgiven

Você não lê meu blog, então não tem importânica eu dizer que sinto muito, e se pudesse voltaria atrás em tudo.
Você não lê meu blog, e não sabe que na realidade todos os meu jogos são para me defender, que eu nunca quis te magoar e que não estou te enganando.
Você não lê meu blog, então não sabe o quanto machuca perceber que um simples erro arruinou uma amizade [ou um sentimento] que era muito importante para mim, mesmo que não parecesse.
Você não lê meu blog, nunca vai saber que toda noite eu penso em você, que toda hora eu coisas me lembram você, que eu sinto sua falta e queria você perto.
Você não lê meu blog, logo não sabe que eu escrevo esse post chorando, enquanto você se recusa a falar comigo pessoalmente, a deixar eu me explicar, a ao menos te mostrar a verdade.

Você não lê meu blog, você nunca vai ler ele, e nunca vai saber de tudo isso.

6 de jan. de 2010

Drowning

Ainda na desordem do começo do ano, a vida parece toda decidida. Uma palavra me move: esperança.

Sem desabafos, só talvez uma direção: até quando viver em um molde mal-feito? até quando aceitar as coisas como estão? até quando... ESPERAR?

Vislumbro os mesmos erros, um afogar-se no mar sem fim.

1 de jan. de 2010

New Year's Eve

Primeira postagem do ano, vinda de um dia sem dormir muito, com pensamentos intensos e sensações.

Definitvamente eu decidi que não verei mais queima de fogos na virada do ano, seja na praia ou pela cidade mesmo. O motivo é simplório: o desespero que o barulho dos fogos me causam consegue anular qualquer felicidade que eu possa estar sentindo no momento e trazer a tona um vazio imenso; torna-se inevitável não pensar em todos os acontecimentos do ano, em todas as pessoas que você ama e não estão com você, tudo o que ficou por ser feito.
E naquele momento, onde todos te desejam feliz ano novo, todos os votos são refeitos, erros apagados e esperanças renovadas, nesses 5 minutinhos, a real impressão que meus sentimentos me trazem é a de que o ano que entra não será tão diferente do ano que passou, mesmo que desejemos isso.

Não é pessimismo, não; é somente cinco minutos que me deixam pensativa na pior e melhor noite do ano. Pior porque ela lembra o que passou, e melhor porque ela também lembra que passou.

7 de dez. de 2009

Impropósito.

Me sabotam. Roubam meu sorriso e minha felicidade. Te roubam, me condenam.
Controle, pressão, estresse. Até poderia arriscar tristeza.
Lágrimas sem fim por um impropósito.

2 de dez. de 2009

Prefácio ou descoberta.

Era um tipo meio isolado
Te olhando de lado

Uma noite; duas palavras
Talvez tivessem sido três

Se eu soubesse que me bastava estender a mão